São Paulo abriu 215,9 mil vagas com carteira assinada entre janeiro e maio, o equivalente a quase 1,5 mil empregos formais por dia. O desempenho, apurado pela Fundação Seade com base no Caged, consolidou o estado como o maior gerador de postos de trabalho do país em 2026.
O peso paulista no mercado formal segue acima de sua participação populacional. Nos cinco primeiros meses do ano, São Paulo respondeu por 28% das 767,3 mil vagas criadas no Brasil e por 58% do saldo positivo do Sudeste. Só em maio, foram 18,2 mil novos postos, cerca de um quarto do resultado nacional no mês.
O avanço veio acompanhado do maior salário médio de admissão do país. Em maio, os contratados em São Paulo entraram ganhando, em média, R$ 2.673,15, valor 12% superior à média brasileira, de R$ 2.384,10. Segundo o governo estadual, a valorização reflete, entre outros fatores, o reajuste do piso paulista, fixado em R$ 1.874 em 2026.
Serviços puxaram a criação de empregos no mês, com 15 mil vagas, impulsionados por administração pública, educação, saúde, transporte, armazenagem, correios e atividades financeiras e profissionais. A agropecuária apareceu na sequência, com 4,5 mil novas vagas.
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