Ler Resumo
Michael Olise, destaque da França na Copa, rejeita as chuteiras cor-de-rosa em voga, optando por um modelo branco básico. Ele defende seu poder de escolha, abrindo mão de contratos milionários de patrocínio que o obrigariam a usar as cores berrantes nos gramados.
Este resumo foi útil?
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Destaque da seleção francesa, Michael Olise, 24 anos, destoa dos colegas e adversários por se recusar a calçar as chuteiras cor-de-rosa, tão em voga na Copa, lançadas pelas marcas patrocinadoras do Mundial para chamar atenção nos gramados. Ele tem aparecido de branco básico nos jogos, o único do time, e bate o pé: diz que se reserva “o poder de escolha” sobre o que usa. Pessoas próximas contaram ao jornal L’Équipe que Olise não tem nem quer ter contrato que o obrigue a adotar o tom berrante nos pés. Abriu mão de soma vultosa. Para ter uma ideia, Neymar, dono do maior de todos os patrocínios de chuteiras, ganha o equivalente a 157 milhões de reais.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 3 de julho de 2026, edição nº 3002
Fonte: Link da fonte












