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Natalie Portman se viu no centro de uma polêmica com o livro “Life of M”, de sua ex-amiga Rachel Cusk. Semelhanças entre a protagonista da obra e a atriz geraram desconforto, mas Portman busca a paz. Descubra os detalhes dessa inusitada mistura entre ficção e vida real que abalou Hollywood.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A tênue fronteira entre ficção e realidade é um elemento presente na vida de qualquer artista. Natalie Portman, 45 anos, contudo, tem experimentado tal mistura na própria pele e no mais alto grau. Isso porque ela se viu involuntariamente sugada por uma polêmica em torno de Life of M, recente obra da aclamada escritora britânica Rachel Cusk, de quem a estrela de Hollywood um dia já foi amiga. Não faltou quem observasse semelhanças entre a protagonista do livro, retratada como uma figura alienada e egocêntrica, e Natalie. Ambas deram os primeiros passos na carreira na pré–adolescência e fizeram filmes sobre a vida de uma bailarina — Portman ganhou inclusive o Oscar por sua atuação em Cisne Negro, em 2011. A reação da atriz de carne e osso não poderia ser pior. Ela confidenciou a pessoas próximas ter ficado magoadíssima com Cusk. Publicamente, no entanto, tratou de pôr panos quentes no enrosco e considerar o episódio como águas passadas: “Saber quem são as pessoas que me acompanham e me amam por quem sou é essencial para continuar em paz”, se limitou a dizer.
Com reportagem de Giovana Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 21 de agosto de 2026, edição nº 3009
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