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A Editora Abril celebrou a segunda edição do ranking TOP30 – AS MELHORES EMPRESAS DO BRASIL, destacando companhias com resultados consistentes e governança exemplar. A EMS foi a grande vencedora de 2026, com seu inovador GLP-1. O evento também levantou importantes reflexões sobre os desafios econômicos do país.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A Editora Abril foi fundada há 76 anos, tendo como princípios a difusão de cultura e a defesa da liberdade e da livre-iniciativa no país. Essa filosofia é mantida até hoje, cujo exemplo mais recente é a festa que marcou a segunda edição do ranking TOP30 — AS MELHORES EMPRESAS DO BRASIL, de VEJA NEGÓCIOS, lançada em São Paulo, no dia 24. Realizada em parceria com a agência Austin Rating, a iniciativa destacou empresas que apresentaram ao longo dos últimos quatro anos uma combinação de resultados consistentes, governança exemplar e capacidade de crescimento sustentável. “Há valores que, em determinados momentos da história, precisam ser reafirmados. A cultura do mérito é um deles”, afirmou Mauricio Lima, CEO da Editora Abril e diretor de redação de VEJA, em seu discurso na noite de premiação.
A grande vencedora da edição 2026 do TOP30 foi a EMS, uma das maiores farmacêuticas nacionais. A empresa investiu mais de 1 bilhão de reais na última década para replicar em seus laboratórios em Hortolândia, no interior de São Paulo, a própria molécula do GLP-1. A aposta revelou-se certeira. Graças a isso, a EMS é a primeira empresa a lançar uma versão brasileira similar do Ozempic. O prêmio de destaque do ano foi entregue a Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS, pelo chairman e publisher da Abril, Fábio Carvalho.

No evento de celebração da excelência houve espaço ainda para reflexões importantes a respeito dos desafios do ambiente de negócios no país. Nos últimos quatro anos, o lucro do conjunto de empresas do TOP30 caiu de 636 bilhões de reais, em 2022, para 393 bilhões, em 2024, antes de recuperar 32,3% no ano passado, para 520 bilhões. É uma trajetória, portanto, marcada por expansão, perda de rentabilidade e reação. Os problemas da economia nacional são componentes fundamentais dessa equação. Colocar o país no rumo do crescimento sadio e sustentável precisa ser a prioridade do governo. Em seu pronunciamento, Fábio Carvalho lembrou obstáculos como os juros altos, a inflação e o descontrole dos gastos públicos. “Nos próximos quatro anos, se essa dinâmica não mudar, o Brasil vai entrar numa recessão muito grave”, disse. É um alerta mais do que oportuno em meio ao ano eleitoral.
Publicado em VEJA de 28 de agosto de 2026, edição nº 3010
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