O viajante pode fazer essas compras em espécie ou usar as contas internacionais para reservar recursos na moeda internacional. Opções como Nomad, Wise, Revolut, DolarApp ajudam a guardar dinheiro de forma rápida e fácil, sem precisar recorrer a corretoras de câmbio. Aqui também vale a estratégia de fazer esses aportes ao longo dos meses, para aproveitar a média das cotações antes da viagem.
Segundo Patzlaff, as contas globais têm também a vantagem de cobrar menos taxas comparada à compra do dinheiro em espécie.
“Você paga o dólar comercial, que é mais barato, tem um spread baixo, IOF de 1,1% e todo o custo é mostrado na tela do app. É a forma mais inteligente e barata de levar dinheiro além de te dar mais segurança nas transações”, explica.
Já no dinheiro em espécie, a compra é feita por meio do dólar turismo, que é mais caro que o comercial, o IOF é de 1,1%, mas a casa de câmbio embute um lucro maior para eles.
Já o cartão de crédito tem o IOF maior, de 2,38%, e os bancos ainda cobram spreads altos que podem chegar a 6% em cima do dólar comercial.
Pensando em segurança, custo-benefício e praticidade, Patzlaff afirma que o portfólio de pagamentos da viagem deve ser diversificado, considerando um volume de 85% a 90% na conta global para pagar restaurantes, passeios, shoppings, transporte por aplicativo e a maioria das coisas do dia a dia, garantindo o menor custo possível. O restante deve ser em espécie, para pagar pequenas compras como o dinheiro do café pequeno ou daquela lojinha de souvenir que não aceita cartão, além de ser uma salvaguarda caso o sistema de cartão de débito cair. Já o cartão de crédito deve ser usado apenas em emergências.
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