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O momento oportuno para as comercializadoras de energia

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A sobreoferta de eletricidade, inflada pela expansão de energias renováveis, está ajudando as comercializadoras a recompor suas margens. É o caso da Bow-e, controlada pelo Grupo Bolt, que tem obtido descontos de até 50% das geradoras parceiras. Outra aposta para melhorar os lucros é a inteligência artificial, que já reduziu o custo de aquisição de novos clientes de 1 700 reais para apenas 10 reais por cabeça. Assim, a Bow-e espera ampliar a base de 30 000 clientes para 1 milhão até 2028, quando o mercado livre de energia será aberto a consumidores residenciais, sem estourar o orçamento.

Com reportagem de Bruno Andrade e Felipe Erlich

Publicado em VEJA, abril de 2026, edição VEJA Negócios nº 25

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