O Ibovespa desvalorizou 0,61% nesta segunda-feira, 27, recuando para os 189,5 mil pontos. O dólar, por sua vez, encerrou praticamente estável, cotado a 4,98 reais. Durante o dia, os índices de moedas e ações operaram sem grandes catalisadores, mesmo diante das incertezas geopolíticas.
Entre as ações de peso no principal índice da B3, os bancos o acompanharam e tiveram desempenho negativo. O Bradesco (BBDC4) teve baixa de 0,95%, seguido pelo Itaú (ITUB4), que recuou 0,86%. O Banco do Brasil (BBAS3) caiu 0,84% e o Santander (SANB11) fechou praticamente no zero-a-zero.
No exterior, o foco ainda é o conflito bélico entre Estados Unidos e Irã. Nesta tarde, o presidente norte-americano Donald Trump iniciou uma nova rodada de avaliações estratégicas após Teerã apresentar, por meio de mediadores, uma proposta para encerrar as hostilidades e restabelecer o tráfego no Estreito de Ormuz, por onde
No cenário doméstico, o Boletim Focus semanal elevou mais uma vez as expectativas para a inflação de 2026. Segundo economistas consultados pelo Banco Central, a projeção da mediana para o IPCA subiu para 4,80%, acima do teto da meta de inflação de 4,5%. A leitura é de que o processo de desinflação deve ocorrer de forma mais lenta do que o esperado.
Agora, o mercado está de olho nesta quarta-feira, 29, quando o Federal Reserve, banco central americano, e o Comitê de Política Monetária do BC se reúnem para definir o futuro de suas políticas monetárias. As projeções de especialistas indicam que o Fed deve manter o juros nos EUA e o Copom deve cortar a Selic em 0,25 ponto percentual.
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