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Consórcio entra na lista dos noivos para evitar rombo no orçamento

Com os custos de casamento cada vez mais elevados, muitos casais passaram a buscar alternativas para organizar a cerimônia sem comprometer o orçamento logo no início da vida a dois. Nesse cenário, o consórcio de serviços vem ganhando espaço como opção de planejamento financeiro para quem quer bancar festa, fornecedores e até a lua de mel sem recorrer ao crédito tradicional.

A modalidade funciona de forma semelhante aos consórcios de imóveis e veículos. O consumidor escolhe o valor da carta de crédito, paga parcelas mensais e participa de assembleias em que pode ser contemplado por sorteio ou lance. Após a contemplação, o valor pode ser utilizado na contratação de serviços ligados ao casamento, como buffet, decoração, fotografia, música, espaço para eventos e viagens.

Na Ademicon, o consórcio de serviços registrou crescimento de 46% no primeiro quadrimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a CEO da empresa, Tatiana Schuchovsky Reichmann, o modelo tem atraído casais que buscam previsibilidade financeira e mais organização para o evento. “O consórcio funciona como uma poupança programada. Além de não possuir juros, permite que o casal organize os investimentos de forma gradual, sem comprometer excessivamente a renda logo no início da vida a dois”, afirma. Os planos da empresa têm créditos a partir de 20 mil reais e prazo de até 50 meses.

Já na Embracon, os créditos variam entre 15 mil reais e 30 mil reais, com parcelas a partir de 472,50 reais e prazos entre 20 e 40 meses. De acordo com o vice-presidente comercial da empresa, Thiago Guerra, o consórcio acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, cada vez mais focado em planejamento e controle financeiro. “Casamento e consórcio têm algo importante em comum: ambos começam com um sonho, mas se realizam melhor com planejamento. O consumidor está mais estratégico e busca realizar grandes projetos sem comprometer excessivamente a saúde financeira”, explica.

Além da ausência de juros, outro atrativo apontado pelas administradoras é o poder de compra à vista após a contemplação. Isso pode ampliar o poder de negociação com fornecedores e facilitar descontos em contratos de buffet, decoração e locação de espaços.

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Na Sicredi, a recomendação é que o planejamento comece entre 12 e 36 meses antes da cerimônia. Segundo Mateus Giacomini Guerini, gerente de desenvolvimento de negócios da Sicredi, o modelo ajuda os noivos a evitar dívidas de última hora. “O consórcio estimula o planejamento antecipado, permitindo organizar o orçamento com mais calma, evitar crédito com juros elevados e tomar decisões de forma mais consciente ao longo do tempo”, afirma.

O movimento acompanha uma tendência maior de consumo mais racional entre os brasileiros. Em vez de concentrar todos os gastos do casamento em financiamentos ou parcelamentos no cartão de crédito, os casais passaram a enxergar o consórcio como uma forma de distribuir os custos ao longo do tempo, com mais previsibilidade e menos impacto imediato na renda mensal.

Além da cerimônia, a modalidade também vem sendo usada para bancar viagens de lua de mel, festas de noivado e outros eventos ligados à celebração. Segundo as empresas do setor, a flexibilidade no uso da carta de crédito tem ampliado o interesse pela modalidade entre consumidores que desejam realizar projetos pessoais sem recorrer a linhas tradicionais de financiamento.

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