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O que fez a Trígono Capital recuar em negociação com GPT e Kepler Weber

A Trígono Capital, acionista relevante da Kepler Weber, divulgou nesta terça-feira, 3, esclarecimentos sobre as negociações de combinação de negócios com o grupo Grain & Protein Technologies (GPT), operação que não avançou. A gestora confirmou participação nas tratativas do Project Karnaval, que se estenderam por quatro meses e envolveram discussões sobre confidencialidade, restrições concorrenciais e regras de não aliciamento.

Ao final das negociações, a GPT apresentou minuta de “Compromisso de Voto” que previa obrigação irrevogável de participação e voto favorável em eventual assembleia da Kepler Weber. A Trígono informou que, por limitações regulatórias, não poderia assumir compromisso vinculante de voto antecipado.

Em 2 de março de 2026, o Conselho de Administração da Kepler Weber aprovou a minuta do Merger of Shares Agreement, condicionando a assinatura pela GPT à celebração do compromisso de voto pela Trígono e seus fundos. No dia seguinte, a GPT comunicou a expiração da oferta diante do silêncio da gestora.

A Trígono reiterou que a decisão não representa posicionamento prévio sobre o mérito econômico da operação e que qualquer proposta submetida à assembleia será analisada conforme os interesses dos fundos sob sua gestão.

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