Crescimento global dos ETFs e perspectiva para mercado brasileiro
A indústria de ETFs já movimenta trilhões de dólares no mundo e deve ganhar ainda mais protagonismo nos próximos anos. “Os ETFs vão dominar a indústria de investimentos”, disse Renato Nobile, CEO da Buena Vista. Segundo ele, o produto concentra hoje a maior parte da inovação financeira atualmente, por sua flexibilidade e custo competitivo.
“O Pix foi uma revolução para pagamentos. Os ETFs terão efeito similar para investimentos”, diz Andrés Kikuchi
No Brasil, o mercado ainda é jovem, mas cresce a passos largos. De acordo com Thalita Forne, superintendente de Equities da B3, o volume negociado saltou de R$ 300 milhões por dia em 2018 para R$ 1,8 bilhão em 2025, com uma média de expansão de 20% ao ano. “Já temos mais de 650 mil investidores pessoa física com posição em ETF”, destacou.
Rogério Santana, diretor de relacionamento da B3, reforçou que a tendência é inevitável: “Os ETFs ganharam relevância muito grande globalmente, em muitos países reúnem recursos acima da indústria tradicional de fundos. Aqui no Brasil, esse processo está em andamento, ETFs estão crescendo a velocidade acelerada”.
Cauê Mançanares, CEO da Investo, lembrou que o Brasil ainda está no início dessa trajetória, mas que o caminho já foi trilhado no exterior. “Nos EUA, demorou 10 anos para chegar no estágio que a gente vê hoje, e outros 10 de aceleração exponencial. No Brasil, a gente ainda está no começo. Espero que não demore 10 anos.”
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