Bonnie Tyler morreu nesta quarta-feira, 8, após complicações de uma perfuração no intestino, aos 75 anos. Na última entrevista para a televisão, em fevereiro, a cantora falou sobre o futuro da carreira e a relação com a música. Poucos meses depois, precisou fazer uma cirurgia de emergência, ficou internada, em coma induzido, e veio a falecer. Apesar do estado de saúde, a britânica ainda tinha apresentações agendadas no verão europeu e em dezembro, além do Sunshine Festival, em Worcester, na Inglaterra.
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Tyler foi perguntada se pensava em desacelarar em algum momento, para focar em outros objetivos. “Costumo dizer que no ano que vem vou desacelerar, mas amo o que faço. É ótimo viajar em turnê com os rapazes. Nós também nos divertimos muito no palco. Conto muitas histórias entre as músicas, sobre o que elas falam e tudo mais. Tive uma vida maravilhosa”, contou em entrevista à Lorraine Kelly.
A cantora também falou que não recebia tanto dinheiro do maior hit, Total Eclipse of The Heart. Ela não é a compositora da música, apenas cantora, então não ganha tanto dinheiro quanto as pessoas pensam. “Você vê comerciais o tempo todo, ouve a música o tempo todo. Alcançou um bilhão de reproduções no Spotify. A gente pensa: ‘Ah, que ótimo. A Bonnie pode relaxar com os pés para cima’, mas essa coisa do Spotify, na verdade, não se ganha muito”.
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