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A atriz Tainá Müller trocou o Rio de Janeiro por um sítio na Serra da Mantiqueira, onde se reconecta com a natureza e questões ecológicas. Longe das novelas há quase uma década, ela agora se divide entre as gravações de um filme sobre a seleção feminina de basquete de 1996 e a apresentação do programa Café Filosófico, na TV Cultura.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Trocar o Rio de Janeiro por um sítio no coração da Serra da Mantiqueira exigiu que Tainá Müller, 44 anos, se dedicasse a questões ligadas à terra que jamais entraram em seu radar quando encarava o frenético batente das novelas. No rol das dúvidas existenciais que a mobilizam no momento está, por exemplo, a de como fazer para extrair eucaliptos sem recorrer a motosserra ou produtos químicos. “O lugar me convida a entender como funciona nosso ecossistema”, reflete, empolgada. Há quase uma década afastada da teledramaturgia — a última participação foi na trama global O Outro Lado do Paraíso, em 2017 —, mesmo em fase campestre a atriz não perdeu o pendor para os holofotes. Ela se reveza atualmente entre as gravações de um filme sobre a inesquecível seleção feminina de basquete de 1996, em que dá vida à craque Magic Paula, e a apresentação do Café Filosófico, programa da TV Cultura em que conversa com acadêmicos renomados sobre tópicos da modernidade, à luz de grandes pensadores. “Cada episódio é um universo que se abre, como um portal”, conta, admirada com os papos cabeça que a fazem sair do meio do mato.
Com reportagem de Giovana Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 21 de agosto de 2026, edição nº 3009
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