A pecuarista Teresa Vendramini, conhecida como Teka, é o plano A da campanha de Fernando de Haddad (PT) para ser sua vice.
Embora Teka tenha recusado sondagens iniciais, aliados do ex-ministro da Fazenda têm mantido conversas com ela e estão confiantes em convencê-la a aceitar a missão.
No início do ano, ela se filiou ao PDT, partido que apoiará a candidatura de Haddad.
Ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, a pecuarista daria uma sinalização de diálogo com o agronegócio, setor normalmente refratário a candidatos do PT no estado de São Paulo. O objetivo é que ela tenha um papel semelhante ao de Geraldo Alckmin para Lula.
Se a chapa for confirmada, restaria definir as duas vagas para o Senado. Uma deve ficar com Simone Tebet (PSB). Aliados de Haddad já avaliam que será difícil impedir Márcio França, também do PSB, de ser indicado à outra, já que ele tem controle total sobre o partido no estado.
Caso isso aconteça haverá protestos da federação PSOL-Rede, que trabalha pelo nome da ex-ministra Marina Silva. O argumento é que haverá desequilíbrio com dois nomes do PSB.
Uma alternativa seria oferecer a Marina a suplência de uma candidatura ao Senado.
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