[the_ad_group id="564"]
[the_ad_group id="566"]

De J.K. Rowling a Dua Lipa: as curiosidades da Livraria Lello, no Porto

Incluída na lista de Dua Lipa, como um dos seus 130 lugares favoritos do mundo, a Livraria Lello, no Porto, em Portugal, é um dos pontos turísticos mais disputados por leitores e curiosos. Ela recebe cerca de 3.500 visitantes por dia (1 milhão e 300 mil por ano), em um espaço de dois andares lotado, com fila na entrada. Inaugurado em 1906, o prédio neogótico ficou famoso pela escadaria vermelha central, pelo vitral colorido no teto e pela associação com o universo de Harry Potter. Durante anos, fãs acreditaram que o espaço teria inspirado J.K. Rowling, que viveu na cidade portuguesa nos anos 1990. A autora, no entanto, já negou a história: disse que nunca visitou a livraria, embora tenha afirmado que gostaria de tê-la conhecido.

Entre os detalhes do prédio está o vitral assinado pelo holandês Samuel Van Krieken, com 55 painéis, 8 metros de comprimento e 3,5 metros de largura. Nele aparece a frase em latim “Decus in Labore”, que significa “Dignidade no Trabalho”, lema associado à casa desde sua origem. A livraria também preserva referências à própria história, como vestígios do antigo sistema usado para transportar livros da cave até o rés-do-chão.

A entrada na Lello é paga (15 euros, cerca de 89 reais), mas funciona como ticket-voucher: o valor pode ser abatido na compra de livros. Além do salão principal, a livraria mantém a Sala Gemma, espaço dedicado a livros raros, manuscritos, primeiras edições, livros de luxo e livros-objeto, com acesso mediante marcação (50 euros, cerca de 297 reais). No acervo, há exemplares de obras como Moby-Dick, Madame Bovary, O Principezinho, Orgulho e Preconceito, O Retrato de Dorian Gray e uma rara primeira edição de Harry Potter and The Philosopher’s Stone, livro cobiçado por colecionadores também por seus erros de impressão.

No mesmo espaço, a Lello abriga ainda a coleção pessoal de Amy Winehouse, com mais de 200 obras. A cantora lia autores como J.D. Salinger e Charles Bukowski, fazia anotações nos livros e encontrava na literatura parte das referências que ajudaram a moldar suas letras confessionais.

Livraria Lello (Giovanna Fraguito/VEJA)
Continua após a publicidade

Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente  

Fonte: Link da fonte

[the_ad_group id="566"]

Tags

Compartilhe:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore