Di Ferrero se prepara para apresentar ao público seu novo álbum “SE7E”, que costura os caminhos abertos em seus dois últimos lançamentos. O trabalho transforma o momento em uma obra ainda mais ampla, agora complementada por três músicas inéditas acompanhadas por visualizers, e pela turnê “SE7E”, que leva para os palcos a narrativa construída pelo cantor.
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Reunindo força conceitual e sonora em um só trabalho, o álbum reforça a identidade da nova fase e evidencia a construção artística pensada por Di, que transporta suas mudanças pessoais de ciclos e transformações, para novas camadas e sonoridade em diferentes composições.
“O ‘SE7E’ foi muito transformador. Eu estou em uma fase de crescimento e de olhar o mundo de outras formas, me permitindo viver coisas que eu não poderia viver antes e isso acaba despejado em minhas faixas. Foi a base para as músicas do ‘SE7E’, que agora se tornarão um álbum. Foi um álbum que pude fazer por partes, em diferentes momentos, e não vejo a hora do pessoal ouvir inteiro e na íntegra”, disse o artista.
Di Ferrero leva a turnê SE7E para Arena Sertaneja
O conceito do projeto também nasceu da relação de Di com sua mãe, que participou de forma importante desde o início dos lançamentos.
“Minha mãe sempre foi uma grande amiga e me acompanhava em shows e compromissos na época de NX Zero e outros trabalhos. De uns anos para cá, ela é formada em astrologia, uma ciência que eu sempre gostei. Nós começamos a escolher as melhores datas para os lançamentos segundo os astros. É um assunto que sempre me chamou a atenção e acredito que por influência dela e do meu pai”, comentou.
Músicas inéditas
As três faixas inéditas que chegam com o projeto revelam nuances ainda não apresentadas anteriormente. Cada uma contribui para enriquecer a mensagem do álbum, com novos temas, texturas e perspectivas.
Em “Deixa Sonhar”, Di transforma em música uma inquietação sobre a passagem do tempo, a velocidade com que a vida anda e a vontade de prolongar, inconscientemente, o que ainda merece ser vivido. A faixa carrega um sentimento de urgência e vulnerabilidade, reforçando o caráter íntimo e reflexivo do projeto, quase em busca por uma vida mais intensa.
Já em “Fim do Mundo”, Di mergulha em um sentimento de escapismo e reconstrução pessoal, depois de uma relação marcada por um fim conturbado e lembranças difíceis de apagar. A música traduz a tentativa de seguir em frente em meio à confusão emocional de um término doloroso, equilibrando perfeitamente solidão, intensidade e desejo de liberdade.
Por fim, “Cuida” chega como uma exposição de uma relação fragilizada, atravessada por desgaste emocional e um sentimento de falta de reciprocidade. Trazendo um olhar cuidadoso sobre o impacto de se entregar a uma pessoa que não sabe acolher, a inédita transforma o sentimento de vulnerabilidade em alerta e reflexão, falando em seus versos sobre a necessidade de reconhecer quando a afeto não é mais o mesmo e se torna dolorido.
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