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‘É a melhor hora para comprar um imóvel’, diz diretor da MRV sobre novo Minha Casa, Minha Vida

Desde que as faixas do Minha Casa Minha Vida foram ampliadas, no começo deste mês, quem já tinha planos para comprar um imóvel e está com renda para isso tem à sua frente uma das melhores oportunidades para fazer a aquisição, em especial se for pelo programa de habitação popular. Para os que também tinham planos, mas ainda faltava uma parte do dinheiro, vale o mesmo, já que a reformulação do programa deve baixar o valor do financiamento para muita gente.

É o que afirma Edmil Adib Antonio, o diretor de crédito imobiliário da MRV, construtora especializada em imóveis econômicos e uma das maiores do país. “Para quem depende de financiamento, é sem dúvidas um dos melhores momentos para comprar um imóvel”, diz o executivo, que, antes de ingressar na MRV, há 15 anos, trabalhou por outros 30 na área de financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal. “Não só quem está no Minha Casa, Minha Vida terá taxas baixas e subsídio alto, como também o mercado está com bastante recurso para financiamento e há muito imóvel disponível. Daqui um ano, pode estar tudo diferente.”

Em abril, o governo promoveu mudanças no Minha Casa, Minha Vida, o que ampliou tanto o limite de renda por faixa de benefícios, quanto o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados pelo programa. Com isso, pessoas com rendas maiores e imóveis mais caros passaram para faixas mais baixas do programa, que oferecem mais subsídios e juros menores. As novas condições já estão valendo desde 22 de abril.

Embora o remanejamento prometa tornar a compra da casa própria mais acessível para muita gente, da classe média a beneficiários do Bolsa Família, especialistas alertam para o risco de sobreaquecimento do mercado e aumento dos preços.

O que mudou

O Minha Casa, Minha Vida possui atualmente quatro faixas, sendo a faixa 1 a da menor renda e a faixa 4, criada no ano passado para abarcar a classe média, a maior. Com as mudanças, o recorte de renda familiar para estar na faixa 1, por exemplo, passou de 2.850 para 3.200 reais, valendo para a aquisição de imóveis de até 275.000 reais.

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Já na faixa mais alta, a 4, o limite de renda passou de 12.000 para 13.000 reais, e o valor máximo do imóvel a ser financiado aumentou de 500.000 para 600.000 reais. É esta a fronteira máxima para quem pensa em comprar o seu imóvel pelo programa. “O imóvel que hoje é 600.000 pode já estar 700.000 daqui uns anos, então, para quem pode comprar, a hora é agora”, diz o executivo da MRV. Os recortes de renda levam em conta a renda familiar.

“As duas coisas vão acontecer: pessoas que antes estavam fora do programa agora virão para dentro, pela faixa 4, e todas as que já estavam dentro vão ser reescalonadas, e é aí que está o grande movimento” , explica Adib. “Todos esses pagarão menos juros e, no caso dos que entram para a faixa 1, ainda ganham subsídios maiores. Isso destrava uma demanda gigantesca. Muitas pessoas vão pagar menos e outras que nem conseguiriam comprar vão passar a conseguir.”

Entrada menor para as mesmas parcelas

Essa maior facilidade, ele explica, acontece principalmente por conta da redução dos juros ao se passar de uma faixa para outra anterior. Na faixa quatro, por exemplo, os juros são de 10% ao ano. “Qualquer outra taxa de mercado vai ser mais alta do que isso”, diz o diretor da MRV. Os juros vão baixando até chegar aos 4% na faixa 1, que já é o estrato das famílias da mais baixa renda, muitas sem acesso adequado a moradia, e em que um valor de 55.000 a 65.000 reais do total do imóvel é liquidado diretamente pelo governo por meio de subsídio.

“Como os juros caem, a pessoa consegue financiar um valor maior para pagar a mesma prestação; é matemático”, explica Adib. “Digamos que, para pagar uma parcela mensal de 300 reais com juros a 6%, ela conseguia pegar emprestado 80.000 reais no banco. Com juros a 4% ela pega 100.000 reais. O valor da entrada, para o mesmo apartamento, fica menor, e, de repente, aqueles 10.000 reais que faltavam para dar a entrada e que ela não tinha acabam nem sendo mais necessários. Isso aumenta muito as oportunidades e o espectro de imóveis à disposição para essas pessoas.”

Fonte: Link da fonte

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