Apesar de celebrar o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) não deve insistir na prisão dele, deixando essa posição mais radical para outros setores da direita.
A ideia é evitar projetar um sentimento de vingança contra Andrei.
“Ele deve responder ao processo com direito a ampla defesa e se, ao final do processo, ficarem comprovados crimes, aí sim deve ser preso”, diz o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ).
Coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (RN) também descarta essa hipótese. “O Novo já pediu”, afirma ele, em referência ao fato de a legenda de Romeu Zema ter entrado com ação no STF pedindo a prisão de Andrei.
Outro a defender a prisão do diretor afastado nesta terça-feira (8) foi o senador Carlos Viana (PSD-MG).
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
sua assinatura pode valer ainda mais
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha?
Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui).
Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia.
A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
sua assinatura vale muito
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
ASSINE POR R$ 1,90 NO 1º MÊS
Fonte: Link da fonte













