O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), orientou a base aliada a encurtar os questionamentos a Jorge Messias, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça.
O objetivo é evitar uma sabatina muito longa e cansativa e, com isso, não dar palco à oposição.
Os oposicionistas, por sua vez, não vão dar trégua. Titulares e suplentes vão pedir a palavra para tentar desestabilizar o indicado de Lula ao STF (Supremo Tribunal Federal).
O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), costuma dar espaço até mesmo para quem não é membro do colegiado.
Apesar da orientação do governo, alguns senadores da base querem aproveitar o tempo de dez minutos para enaltecer a atração de Messias à frente da AGU (Advocacia Geral da União).
A previsão é que a sabatina se estenda por toda a tarde desta quarta-feira (29). O nome de Messias deve ser levado ao plenário à noite.
Como mostrou a Folha, a sabatina mais longa de ministro do STF foi a de Edson Fachin, com duração de mais de 12h. As últimas, no entanto, têm durado cerca de 7h.
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