A Meta está se preparando para recuar em sua aquisição da startup chinesa de IA Manus, informou o Wall Street Journal na noite de segunda-feira (27), após a China proibir a transação citando preocupações com a segurança nacional.
A Meta, dona do Facebook, anunciou em dezembro que havia concordado em adquirir a Manus, um agente de inteligência artificial criado por uma empresa fundada na China, mas agora sediada em Singapura.
Porém, o principal órgão de planejamento econômico da China, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, disse em comunicado na segunda-feira que irá “proibir o investimento estrangeiro na aquisição do projeto Manus” e “exige que as partes envolvidas desistam da aquisição”.
O comunicado não mencionou especificamente a Meta.
A Meta havia dito à AFP em comunicado na segunda-feira que “a transação cumpriu integralmente a legislação aplicável”.
“Esperamos uma resolução adequada para a investigação”, acrescentou.
Analistas haviam alertado que o acordo poderia enfrentar problemas com reguladores em um momento de intensa rivalidade tecnológica entre Washington e Pequim.
Folha Mercado
Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.
O Wall Street Journal, citando fontes familiarizadas com o assunto, disse que a reviravolta foi complicada pelo fato de que os investidores da Manus já receberam retornos do acordo.
A Meta disse em dezembro que o acordo —cujos detalhes financeiros não foram divulgados— “levaria um agente líder a bilhões de pessoas e abriria oportunidades para empresas em todos os nossos produtos”.
A Manus, criada pela startup Butterfly Effect, afirma em seu site que pode fazer de tudo, desde analisar o mercado de ações até criar um guia de viagem personalizado para uma viagem com instruções simples do usuário.
Fonte: Link da fonte










