O espaço acolhedor para torcida LGBTQIAPN+, mulheres e até boleiros não praticantes em Brasília

Diante do diagnóstico de que lugares tradicionais não sejam necessariamente receptivos, os idealizadores do Festival Em Casa investiram pesado para fazer do espaço um lugar acolhedor para a comunidade LGBTQIAPN+, mulheres e até quem não entende de futebol torcer sem medo de julgamentos.

Com telão para transmitir os jogos do Brasil na Copa do Mundo, espaço infantil, ativações gastronômicas e rodas de samba, a ocupação cultural tem como um de seus objetivos garantir que todos os torcedores se sintam à vontade para apoiar a seleção brasileira.

Nas quatro primeiras partidas da canarinho no mundial de futebol, o Em Casa já reuniu mais de 10 mil pessoas.

“A proposta nunca foi criar um evento exclusivo para a comunidade LGBTQIAPN+, mas um espaço onde ninguém precise provar que entende de futebol para pertencer. O resultado é um público diverso, formado por casais, grupos de amigos, famílias e um número crescente de mulheres que relatam se sentir mais confortáveis para acompanhar os jogos”, afirma João Felipe Maione, sócio do Festival Em Casa.

Para o jogo contra a Noruega, as atividades no espaço começam a partir das 14h deste domingo, com apresentações da roda de samba Elas que Toquem e do bloco de carnaval do Samba da Tia Zélia.

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