O casal de mestre-sala e porta-bandeira tem a missão de proteger e atravessar a Avenida com a bandeira da agremiação. Além do peso do objeto em si, a fantasia também torna mais difícil realizar os movimentos de dança. Entretanto, fatores externos ou até mesmo imprevistos surgidos com a roupa durante a execução da performance podem afetar a apresentação da dupla. A coluna GENTE perguntou a alguns casais quais foram os principais perrengues que já lhes ocorreram enquanto pisavam na Sapucaí. Entre as respostas, a chuva surge como o maior medo, sempre. Confira:
Diogo Jesus e Bruna Santos, da Mocidade Independente de Padre Miguel. “Um dos nossos maiores perrengues é a chuva, é o nosso maior trauma”, diz ele. “Concordo, é o caso da chuva, porque o tempo a gente não pode comandar, mas está preparado. Em 2023 meu talabarte arrebentou, coloquei o reserva antes da cabine, mas depois estourou de novo, então esse foi o maior perrengue”, complementa ela.
Matheus Olivério e Cyntia Santos, da Mangueira. “Alguma coisa com a roupa ou fantasia sempre me deixa inquieta. E os fatores externos. Como o nosso espetáculo é céu aberto, a gente depende das condições climáticas. Chuva e vento são fatores que influenciam muito. Quando chove muito, a roupa dobra de peso e atrapalha, mas a gente trabalha para também improvisar a nossa dança”, relata ela.
Matheus André e Lucinha Nobre, da Unidos da Tijuca. “Meu medo é sempre do sapato soltar a sola, eu uso antiderrapante caso chova, mas pode sair e ficar escorregadio. Já aconteceu da lingueta sair, mas a gente segue”, diz ela.
Emanuel Lima e Thainara Matias, da Acadêmicos de Niterói. “Escorregar é um pouco complicado, hoje choveu mais cedo (no ensaio do último final de semana) e isso sempre pode atrapalhar. É preciso estar atenta ao pavilhão, como a forma de pegar”, diz ela.
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