Sergio Guizé na sua zona de conforto em ‘Êta Mundo Melhor!’

Lá se vai quase uma década desde que Sergio Guizé, 45 anos, urbano que sempre foi, teve uma provinha da vida na roça, ao protagonizar a trama global Êta Mundo Bom! na pele de um caipira afeito às coisas da terra. Eis que ali se operou o inesperado: ele gostou tanto da experiência que trocou o burburinho de São Paulo pelo interior paulista, onde agora tem como vizinho de sítio o colega Lima Duarte. “Acordo, faço meditação, acendo uma vela, brinco com meus cachorros e saio com amor no coração”, lista o ator, que por ora queria ficar só nessa rotina mesmo, até que veio o convite para uma continuação do folhetim, com título parecido, Êta Mundo Melhor!, e o mesmo papel. Achou irrecusável e partiu para a cidade grande. “Minha avó me influenciou. Era criada na roça, tinha jeito engraçado, daquelas que falavam palavras como ‘lasqueira’”, recorda ele, que aproveita qualquer brecha para “correr de volta para o mato”.

Com reportagem de Giovanna Fraguito

Publicado em VEJA de 12 de dezembro de 2025, edição nº 2974

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