A sonda MAVEN, da NASA, investiga Marte e atua como um importante ponto de retransmissão de comunicações há mais de uma década
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Em órbita ao redor de Marte desde 2014, a sonda MAVEN, da NASA, perdeu contato com a Terra no último sábado (6). Antes disso, os dados enviados pela espaçonave mostravam que todos os sistemas funcionavam normalmente. O sinal desapareceu depois que ela passou atrás do planeta e não foi mais identificado pela Deep Space Network, a rede de comunicação da agência com o espaço profundo.
As equipes responsáveis pela missão investigam o que pode ter provocado a falha. Técnicos de operações e de engenharia analisam diferentes possibilidades para restaurar o contato. A NASA informou que novas informações serão divulgadas quando houver atualizações.

Em resumo:
- A sonda MAVEN perdeu contato com a Terra após passar atrás de Marte;
- Equipes da NASA investigam possíveis causas e tentam restabelecer o sinal perdido;
- A missão analisa como a atmosfera marciana mudou ao longo do tempo;
A espaçonave também retransmite comunicações e apoia operações científicas contínuas.
Sonda investiga transformações na atmosfera de Marte
Lançada em novembro de 2013, a sonda entrou na órbita marciana em setembro do ano seguinte. Sigla em inglês para “Evolução da Atmosfera e dos Voláteis de Marte”, a missão MAVEN busca entender como a atmosfera marciana se transformou ao longo do tempo e por que grande parte dela escapou para o espaço.
A espaçonave observa a camada superior da atmosfera, a ionosfera e a influência do Sol e do vento solar. Esses dados ajudam os cientistas a reconstruir a história climática do planeta, avaliar a presença passada de água líquida e estudar as condições que poderiam ter permitido vida em Marte.

Além das pesquisas científicas, a MAVEN também atua como uma ponte de comunicação. Ela retransmite sinais entre a Terra e os veículos que exploram a superfície marciana. Em setembro, a sonda completou 11 anos em órbita, tornando-se uma das missões mais duradouras dedicadas ao estudo do Planeta Vermelho.
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O plano envolve o uso de um foguete lançado do ar, uma solução pouco comum, mas vista como a única capaz de atender ao prazo apertado e à órbita específica exigida para a operação. Saiba mais detalhes aqui.

Redator(a)
Jornalista formada pela Unitau (Taubaté-SP), com Especialização em Gramática. Já foi assessora parlamentar, agente de licitações e freelancer da revista Veja e do antigo site OiLondres, na Inglaterra.
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