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‘Investir no Brasil é bom, mas pode melhorar’, diz presidente da Obramax

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Quais são as metas da Obramax em 2026? No ano passado, nossa receita foi de 2,6 bilhões de reais. Queremos chegar a 3,7 bilhões. Para isso, vamos aumentar o nosso volume de vendas com a abertura de novas lojas.

Quantas unidades estão previstas? A expectativa é de oito em 2026, o que levaria a rede de doze para vinte lojas. Esse ritmo deve ser mantido nos próximos três anos. Para isso, há um grande desafio de contratar pessoal em um país que vive o pleno emprego. Passaremos de 2 800 para 4 000 colaboradores neste ano.

Quais são os problemas à frente? O cenário do varejo de construção envolve margens apertadas, juro alto e uma guerra que pode pressionar a inflação. Para nós, é difícil repassar ou absorver integralmente tais altas. Por isso, a indústria deve pensar bem antes de elevar os preços.

A Obramax pertence ao grupo francês Adeo. O Brasil é um bom país para investir? O Brasil ainda tem um potencial absurdo de crescimento, mas apresenta peculiaridades. O empreendedor sempre deve se adaptar a cada lugar em que atua — e nem sempre é fácil. Por isso, o país precisa oferecer juros mais baixos e menos regulamentação. Creio que realizar apenas uma reforma estrutural a cada ciclo de governo é muito pouco. Investir hoje no Brasil, para nós estrangeiros, é muito bom. Se esses pontos forem ajustados, ficará melhor ainda.

Com reportagem de Bruno Andrade e Felipe Erlich

Publicado em VEJA, abril de 2026, edição VEJA Negócios nº 25

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