A influência deixou de ser apenas uma ferramenta de marketing para vender produto e passou a ocupar um lugar mais sensível na mesa das empresas: reputação, confiança, regulação, atração de talentos e até governança.
É esse novo tabuleiro que a FSB Holding quer discutir no REPCOM 2026, marcado para 21 de agosto, em São Paulo. O evento reunirá empresários, executivos, creators e formadores de opinião para debater o que a companhia chama de “nova arquitetura da influência institucional”.
A lista de confirmados mistura nomes do empreendedorismo, do mercado, da comunicação e da creator economy. Estão previstos Alexandre Costa, fundador da Cacau Show; Bruna Tavares, fundadora da marca de beleza que leva seu nome; Renato Franklin, CEO da Casas Bahia; Sandra Chayo, do Grupo HOPE; Ricardo Amorim; Gabriela Prioli; Nina Silva; Iberê Tenório; Michel Alcoforado; Celso Athayde; e o perfil de finanças Arturito Faria Lima.
Nos bastidores, a provocação central é simples: as empresas aprenderam a usar influência para vender, mas ainda engatinham quando o desafio é dialogar com comunidades, responder a crises, traduzir temas complexos e construir confiança em ambientes digitais fragmentados.
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