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O analfabetismo impõe um custo anual de 27,4 bilhões de dólares à economia brasileira, segundo a World Literacy Foundation. Apesar da redução, o país, especialmente o Nordeste, ainda luta para erradicar o problema. A fundação convoca especialistas brasileiros para um fórum global em Oxford em 2027 para debater a alfabetização.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O analfabetismo impõe um alto custo à economia brasileira. Uma estimativa da World Literacy Foundation, baseada no modelo econômico da UNESCO, projeta que as perdas financeiras anuais causadas pelo problema chegam a 27,4 bilhões de dólares no país.
A organização, que atua em 54 nações com o objetivo de erradicar o analfabetismo até 2040, indica que, mesmo tendo atingido a mínima histórica de 8,4 milhões de pessoas que não sabem ler em 2025, o Brasil continua distante de eliminar essa defasagem, um cenário ainda mais acentuado na região Nordeste.
Dados globais da entidade revelam que o descompasso não é exclusivo do Brasil: cerca de 739 milhões de adultos em todo o mundo não sabem ler nem escrever. Diante dessa crise global, a organização convoca especialistas brasileiros em alfabetização que atuem em contextos de desigualdade regional para um fórum internacional em Oxford, na Inglaterra, marcado para ocorrer entre 31 de março e 3 de abril de 2027.
Para participar do World Literacy Summit, evento que reúne pesquisadores, formuladores de políticas públicas e educadores, é necessário submeter as propostas previamente. As inscrições seguem abertas até 30 de agosto de 2026. A edição de 2027 tem como tema central a alfabetização em um mundo conectado.
O trabalho filantrópico da fundação é mantido por contribuições voluntárias, sendo que cerca de 92% de cada doação é destinado diretamente à aquisição de livros, criação de espaços de aprendizagem e fomento a iniciativas educativas para crianças e adulto
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