Roberto Gevaerd, diretor de gestão e inovação da Embratur, conversou com a coluna GENTE neste sábado, 27, durante o Rock in Rio Lisboa. Ele explicou como o soft power se tornou uma ferramenta importante para a divulgação da imagem do Brasil no exterior, como a utilização de festivais como o Rock in Rio para levar a identidade brasileira, por meio de ferramentas culturais como a música e o cinema, a outros lugares.
“A Embratur tem apostado muito nessa lógica. No ano passado, a gente fez uma campanha global usando o soft power brasileiro. Tem uma discussão saudável interna, que a gente brinca lá na Embratur, de que levar de fato soft power é botar filme no cinema no exterior, é botar banda tocando no exterior, aqui em Portugal. Então, a gente tem feito, desde o começo de 2023, mas acelerou no último período, essa lógica de levar cultura”, disse.
Segundo ele, a presença da Embratur no Rock in Rio Lisboa passa justamente por garantir mais espaço para artistas brasileiros no evento. “Quando a gente abre um espaço num festival, é essa lógica de garantir que a música brasileira toque. Mais ainda no Rock in Rio, que já tem um DNA nacional, brasileiro, mas acho que fortalece essa nossa parceria”, afirmou.
O diretor citou Portugal como uma porta de entrada estratégica para o mercado europeu. “Portugal consome muito música brasileira, assim como novela e filme. Se você olha os dados dos streamings aqui em Portugal, quase 22% é música brasileira. Então, a gente entende Portugal como essa porta de entrada para o mercado europeu. Faz muito sentido a gente fortalecer a nossa presença aqui”, explicou.
Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente
Fonte: Link da fonte










