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O álbum “Elis” (1973), de Elis Regina, foi remasterizado, gerando mais de 270 mil execuções no Spotify e reacendendo o interesse na obra. A nova mixagem, feita por João Marcello Bôscoli, filho da cantora, gerou uma polêmica com Cesar Camargo Mariano, ex-marido de Elis, que criticou o trabalho. Bôscoli defende a iniciativa, afirmando que a mãe aprovaria a adaptação sonora.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O álbum Elis, de 1973, do qual fazem parte clássicos como Oriente e É com Esse que Eu Vou, era joia escondida na carreira de Elis Regina. A obra foi recentemente remasterizada e o interesse em torno dela explodiu. Foram mais de 270 000 execuções no Spotify desde março. A qualidade do disco contou com um empurrão que aumentou a curiosidade em torno do LP: a briga entre o produtor musical João Marcello Bôscoli, 56 anos, e o ex–marido da cantora, o pianista Cesar Camargo Mariano, que detonou a nova mixagem feita por Bôscoli. “Respeito a opinião do Cesar Camargo, mas ele não é da família”, diz Bôscoli, com inteligente ironia. Para ele, não há dúvida: a mãe estaria feliz com o resultado porque costumava reclamar da qualidade do som dos álbuns, e adaptá-lo aos novos recursos é uma bela iniciativa. Velhos e novos fãs de Elis concordam.
Com reportagem de Flávio Monteiro, Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 14 de agosto de 2026, edição nº 3008
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