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Da empobrecida Ilha de Upolu aos mais prestigiados palcos globais, o tenor Pene Pati, 39, conquistou o mundo da ópera. Superando a fome e a descrença, ele é hoje comparado a Pavarotti e tem agenda lotada até 2029. Conheça a inspiradora jornada do artista que emociona plateias pela dor que transmite no palco.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Nascido na empobrecida Ilha de Upolu, do Arquipélago de Samoa, no meio do Pacífico, Pene Pati, 39 anos, tem arrastado apreciadores da ópera para ouvir sua potente voz de tenor sob os mais prestigiados holofotes do planeta, como o Scala de Milão e o londrino Royal Albert Hall. A agenda está lotada até 2029. Um salto e tanto para o menino que começou a trabalhar ainda criança e conta até ter passado fome. Quando deu de cantar, os professores o desacreditaram. Até que, ao escutá-lo, o maestro francês Marc Minkowski declarou: “Ele é um renascimento de Pavarotti”. Conhecido por não vestir o figurino de celebridade, Pene fala da fama de forma mansa. “As pessoas precisam sentir alguma coisa, então devem se emocionar pela dor que transmito no palco”, palpitou, depois de ser agraciado com a Ordem das Artes e das Letras, a mais alta condecoração artística da França.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Tatiana Moura
Publicado em VEJA de 12 de junho de 2026, edição nº 2999
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