[the_ad_group id="564"]
[the_ad_group id="566"]

Além de Zé Neto e Cristiano: músicas polêmicas para nunca mais ouvir

Em março deste ano, o nome do banqueiro Daniel Vorcaro ganhou repercussão após o vazamento de mensagens íntimas no contexto das investigações sobre fraudes financeiras no Banco Master. O conteúdo, que incluía o envio repetido de “Bom dia” para diferentes mulheres, rapidamente se espalhou pelas redes sociais e acabou ultrapassando o noticiário policial.

A partir da repercussão, a dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano lançou a música Oi, Tudo Bem, inspirada nos trechos atribuídos ao banqueiro. A faixa gerou uma série de controvérsias. Além das críticas ao tom machista e por normalizar a infidelidade, a canção e chegou ao Judiciário: a Justiça de São Paulo proibiu a divulgação de um vídeo promocional que mostra as conversas entre Vorcaro e Karolina Trainotti, uma das mulheres citadas no caso.

No entanto, a polêmica envolvendo composições não se restringe à dupla. A coluna GENTE reuniu outras canções questionáveis que, seja pelo conteúdo das letras ou pela repercussão, também ficaram marcadas como exemplos de músicas que podem ficar fora da playlist.

Vidinha de Balada, Henrique e Juliano. Na letra, a dupla sertaneja fala sobre uma mulher que vai muito para festa e eles planejam acabar com essa rotina. Entretanto, o que era para soar romântico, acabou sendo tóxico. “Vai namorar comigo, sim! / Vai por mim, igual nós dois não tem / Se reclamar, cê vai casar também / Com comunhão de bens”, cantam na canção. 

Eu Que Sabotei, Mc Mr. Bim e Mc Gw. Funk é um estilo que costuma ser criticado por ter músicas com letras sexuais e que fazem referência à drogas, mas na letra de Mc Mr. Bim e Mc Gw, isso vai além. “Eu que sabotei o copo dessa piranha / Botei uma bala boa, uma bala que bate a onda”. A ideia é clara: drogar uma mulher e abusá-la.

Continua após a publicidade

One In A Million, Gun’s N Roses. Um dos principais clássicos da banda de rock é, na verdade, um compilado de preconceitos. Logo no começo, Axl canta a n-word, palavra em inglês racista utilizada por brancos. “Imigrantes e bichas / Não fazem sentido para mim / Eles vem para nosso país / E acham que podem fazer o que quiserem / Como começar um mini Iran / Ou disseminar doenças horríveis”, diz a letra. Em 2019, Duff McKagan, afirmou que era um personagem preconceituoso e não refletia os pensamentos dos integrantes da banda. “Eu acho que é brilhante e muito corajoso do Axl fazer isso”, apontou.

Me Abraça, Xande de Pilares e Ferrugem. A música tem versos islamofóbicos e foi tirada do ar após o Ministério Público do Estado de São Paulo acatar o pedido da Associação Nacional de Juristas Islâmicos (ANAJI). A organização pedia que apenas o trecho fosse mudado, mas após a decisão a canção desapareceu das plataformas de streaming. “Pra que bombardeio, pra que engatilhar / Aqui não é Irã, ou Islã, Bagdá / Foi só um mau tempo que ainda dá tempo / Desarma essa bomba  em nome de Alá”, dizia.

Me Lambe, Raimundos. A banda normaliza a pedofilia em um dos maiores sucessos do grupo. Em 1999, quando foi lançada, o público não ligava muito para isso, mas anos depois viram a problemática da letra. “O que que essa criança tá fazendo aí toda mocinha? / Vê, já sabe rebolar, e hoje em dia quem não sabe? / Se ela der mole, eu juro que eu não faço nada / Dá cadeia e é contra o costume / Mas se eu tiver na rua e ela de mão dada com outro cara / Eu morro de ciúme”, cantam. 

Fonte: Link da fonte

[the_ad_group id="566"]

Tags

Compartilhe:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore