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Conjunção e remanescente de supernova nas Imagens Astronômicas da Semana

Confira as imagens astronômicas espetaculares que foram destaque no Programa Olhar Espacial da última sexta-feira (12)

Imagens astronômicas da semana. – Créditos: Josh Dury (esq.) / Sy Ming Wong, Guangyan Gao (dir.) via APOD/NASA

Toda semana, no Programa Olhar Espacial, exibimos duas imagens astronômicas que se destacaram na semana que passou. E na última semana, apresentamos duas imagens de eventos astronômicos em diferentes escalas de tempo e espaço. Confiram:

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Conjunção entre Júpiter e Vênus

venus jupiter
Conjunção de Júpiter e Vênus sobre Avebury Stone, um monumento neolítico datado de cerca de 5 mil anos atrás, localizado no sudoeste da Inglaterra. – Créditos: Josh Dury via APOD/NASA

A primeira imagem é um retrato da conjunção astronômica entre Júpiter e Vênus, visível essa semana. Aparentemente próximos no céu, mas separados por centenas de milhões de quilômetros, os dois planetas mais brilhantes protagonizam um verdadeiro espetáculo celeste no início das noites. Em primeiro plano na imagem, aparece Avebury Stone, um monumento neolítico datado de cerca de 5 mil anos atrás, localizado próximo ao vilarejo de Avebury, no sudoeste da Inglaterra. Essas fazem parte de um círculo de pedras possivelmente utilizado por nossos ancestrais para observações astronômicas, como a famosa Stonehenge, sendo que o monumento em Avebury é maior e mais antigo.

Veja a foto original aqui.

Nebulosa da Sereia

nebulosa da sereia
Nebulosa da Sereia, também conhecida como Nebulosa do Peixe Beta. – Créditos: Sy Ming Wong, Guangyan Gao via APOD/NASA

Já a segunda imagem é um fantástico registro da Nebulosa da Sereia, também conhecida como Nebulosa do Peixe Beta. A nebulosa faz parte do material remanescente de uma explosão de supernova ocorrida há cerca de 10 mil anos. Além da bela nuvem de gás ionizado, a supernova também gerou um pulsar, uma estrela de nêutrons que gira rapidamente em torno de si mesma, cerca de duas voltas por segundo. Entretanto, esse pulsar só pode ser detectado através de instrumentos que “enxergam” na faixa do Raio-X. Logo, ele não aparece na luz visível captada nessa imagem.

Veja a imagem original aqui.

Marcelo Zurita

Marcelo Zurita

Pres. Associação Paraibana de Astronomia; membro da Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros – e coordenador regional do Asteroid Day Brasil

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